Quem viaja leva o que alguém precisa. Sem comissões, sem custos. Ganhas milhas, o mundo fica mais perto.
No Norte de África, o Yaz ⵣ é a letra da pessoa livre. Parte-se um círculo ao meio, viram-se as metades para fora, e o mundo passa a ter corpo: braços para o céu, pés no chão. A pessoa é o Y, a amarelo: cabeça, braços e a perna que a leva. O resto, a cal, é o mundo que ela atravessa.
Duas cores da bandeira amazigh, cada uma com a sua escala: o azul é o chão, o amarelo é a pessoa. O papel do bilhete dá o espaço, e o verde e o vermelho da bandeira ficam só para os carimbos.
A fita de bagagem e a faixa de segurança da pista. Aparecem como barras: entre secções, no topo de ecrãs, nos drops e nas etiquetas.
O y é a pessoa, com a cor da cabeça do símbolo. O ponto fecha a palavra como o ponto fecha o símbolo: a cabeça, o destino, a coisa que chega. Geist 700 para a palavra e os títulos, IBM Plex Mono para códigos, rotas e carimbos.
A app é grátis. As peças pagam-na. Três famílias de gráfico: o símbolo, o nome e a pinta.